Equipamento Informático para a Escola Secundária de Tete
A EMOSE – Empresa Moçambicana de Seguros, SA, ofereceu à Escola Secundária de Tete, uma sala de informática devidamente equipada e apetrechada, o que constitui uma contribuição no âmbito da Campanha “Um olhar de Esperança” que mobiliza o sector empresarial e não só a apoiar a educação de forma diversificada.
Como disse o Ministro da Educação, Aires Aly, no discurso proferidao na altura da entrega oficial e respectiva inauguração, esta contribuição visa aprofundar o processo de formação do Homem e facilitar o domínio das Tecnologias de Comunicação e Informação. Neste momento de integração regional e globalização no geral, é importante que os cidadãos tomem contavcto, quanto mais cedo, para o desenvolvimento de capacidades intelectuais e aumentar o conhecimento, adaptando-se ao máximo possível às cada vez mais crescentes necessidades e exigências do mercado de emprego.
Respondendo à mensagem dos estudantes da Escola Secundária de Tete na qual solicitavam ao Ministro da Educação a abertura de um Instituto Superior Técnico naquela província, Aires Aly fez notar que era mais fácil instalar uma Universidade que, se calhar, bastaria transformar as actuais instalações da Escola Secundária.
Enquanto isso, para instalar um Institutoi Técnico, para além das instalações, seria necessário diverso equipamento de laboratório para cada especialidade, o que acarretaria elevados custos que, neste momento, o Governo não pode suportar, mesmo tendo em conta a comparticipação do sector privado como acabava de o demonstrar a acção da EMOSE, ao oferecer aquele equipamento informático.
Aliás, o Presidente do Conselho de Administração da Empresa Moçambicana de Seguros, Venâncio Mondlane, no seu discurso de entrega da Sala de Informática à Escola Secundária de Tete, disse que a inauguração daquela sala de informática testemunha os esforços do nosso Governo, particularmente, do Ministèrio de Educação e Cultura, no seu compromisso de melhorar cada vez mais, a qualidade do nosso ensino em todos os quadrantes do País.
“Este esforço, empreendido pelo nosso governo, com o total apoio da classe empresarial, tornou-se hoje uma realidade de dimensão nacional, que ajudará a suprir, a breve trecho, as dificuldades enfrentadas por uma larga camada da massa estudantil”, frisou Venâncio Mondlane.
Não é a primeira vez que a EMOSE, SA, dá o seu contributo em projectos de Responsabilidade Social, sendo de recordar a reabilitação de raiz da escola de Laulane em Maputo. Por isso, como disse o Presidente do Conselho de Administração da empresa, a “EMOSE sente-se honrada por, mais uma vez, ter tido a oportunidade de contribuir namelhoria do ensino no País e, particularmente na província de Tete”.
Nestes termos, foi senso comum do Ministro de Educação, Aires Aly e do Presidente do Conselho de Administração da EMOSE, SA, que recomendaram aos estudantes, ao corpo directivo da escola e professores, a manterem o máximo de protecção aos equipamentos oferecidos para que, por um longo período, os estudantes possam sentir orgulho de poderem estar à altura da maior parte dos estudantes do seu nível, que têm a possibilidade de tomar contacto com estes novos equipamentos que representam mais um passo no domínio das novas tecnologias. “Gostaríamos de desejar aos alunos e professores um melhor proveito dos equipamentos hoje postos à vossa disposição, e que façam todos os esforços para sua melhor conservação”, disse Venâncio Mondlane.
A ZIMRE MOÇAMBIQUE é uma empresa mista cujo perfil dos accionistas exemplifica a importância dos imensos benefícios de partilha de recursos entre companhias de países que partilham ou não fronteiras.
Para Nduna, as economias africanas têm registado um crescimento inédito, numa média de 5% em 2007nos últimos anos e uma previsão de alcançar 6% em 2007, como resultado de entrada de capitais, ascenção da produção do petróleo e pelo aumento dos preços de outros produtos no mercado internacional. “A adopção de políticas viáveis, pelos governos africanos, contribuiu, igualmente, para esse crescimento” disse Nduna, acrescentando que, hoje, o povo africano valoriza soluções locais para o velho problema da pobreza.
Fazendo jus ao facto de a África albergar 10% da população mundial, Nduna reconheceu que o continente representa um importante mercado para o qual a atenção mundial está virada, e que os líderes de negócios têm o desafio de elevarem-se e tornarem mais forte o mercado crescente, antes que outros o tomem.
